Passos Coelho garante que 2013 será o ano do fim da recessão

Pedro Passos Coelho

Pedro Passos Coelho fez um discurso animador na Festa do Pontal, na Quarteira (imagem de José Sena Goulão/LUSA)

Passos Coelho foi cauteloso, mas mostrou-se convicto. O primeiro-ministro acredita que 2013 será o ano de viragem: “Estamos mais próximos de vencer a crise e voltar uma das páginas mais negras da história da nossa pátria”. A vontade de permanecer no Governo foi também expressa.

Foi na Festa do Pontal, em Quarteira, e no dia em que o INE (Instituto Nacional de Estatística) revelou um novo recorde máximo de desemprego em Portugal,  que Passos Coelho fez previsões inesperadas: “O ano de 2013 será um ano de inversão na situação económica. Estou muito confiante que temos todas as condições para que o ano de 2013 seja de estabilização da nossa economia”, declarou.

Foi em recinto fechado que Passos Coelho, num discurso justificativo, fez as suas promessas, se bem que nunca as afirmou como tal: “2013 será o ano da estabilização económica e preparação da recuperação”. Passos Coelho fez do ano 2013 um ano que trará uma nova via aos portugueses, segundo o primeiro-ministro, é em 2013 que a economia portuguesa voltará aos dias positivos: “2013 será o ano da inversão na actividade económica”.

O líder do PSD afirma que para tal o Governo irá “encontrar uma solução para substituir” os cortes nos subsídios de férias e de Natal, medida que há semanas foi considerada inconstitucional pelos juízes do Tribunal de Contas. “Se queremos que o nosso esforço não seja inglório, que não seja o menino deitado fora com a água do banho, temos de a consagrar, para que não volte a ser preciso cortar subsídios de férias e de Nata”, afirmou.

Passos Coelho pareceu esperançoso nas suas palavras: “Não perco a esperança de que Portugal possa ter uma Constituição melhor.” Repetindo que as “nomeações públicas serão por mérito e não por interesse partidário” e alertou o PS para controlar o défice com força para-constitucional.

Sem muitos pormenores no seu discurso, Pedro Passos Coelho disse que o Governo tem dado o seu melhor: “no que é importante, não falhámos. Era importante controlar o défice e fizemo-lo. O país não está a aumentar a dívida, não estamos a endividar-nos mais do que podemos pagar”.

O primeiro-ministro diz que a união nacional é fundamental para os dias de sucesso que prevê para o próximo ano: “Esta não é uma batalha entre o Governo e a Oposição. Temos de estar unidos, independentemente das filiações. O fracasso deste Governo seria uma desgraça para todos os portugueses e para Portugal”.

Quanto a um novo mandato, Passos Coelho reconheceu que esta alternativa faz parte dos seus planos futuros: “Só estamos a um quarto do mandato e temos a ambição de renová-lo”.

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2 thoughts on “Passos Coelho garante que 2013 será o ano do fim da recessão

  1. e um descurso cheio de mentiras e de falcidades,cursos superiores em 6 meses,nao e preciso dizer mais nada,estamos entregues a este bando de mentirosos

  2. Cuidado com as promessas e falsas ilusões. O Povo quer este Governo no desemprego. A maior prioridade neste país consiste em penalizar fortemente todos os partidos cleptocráticos que nos têm des(governado), ou seja este trio politico PSD-CDS-PP. O Povo não tem memória curta. Devolvam o que foi inconstitucionalmente roubado aos funcionários públicos e equiparados, devolvam todos os direitos que levaram décadas a ser adquiridos. Devolvam a liberdade que este Povo conquistou e que está a ser a pouco e pouco roubada aos nossos filhos. É tempo deste povo fazer ouvir a sua voz, dizendo não a estes partidos políticos.

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